A partir da Restauração
Meiji (1868), o Japão restabeleceu
o comércio com outras nações
e isso possibilitou a importação
de produtos químicos e outras
matérias-primas que alavancaram
o desenvolvimento da técnica
de pirotecnia japonesa. Anteriormente
só se conseguia a cor vermelha,
utilizando salitre, enxofre e carvão,
mas depois foi possível diversificar
o colorido com o magnésio,
alumínio, bário etc.
A partir da Era Taisho
(1912-1926), surgiram muitos mestres
que aprimoraram os fogos de artifícios,
desenvolvendo seqüências
de explosões em um único
disparo simultaneamente à formação
de desenhos de rara beleza que imitam
flores, palmeiras, cachoeiras etc.
Atualmente, a técnica nipônica
de produção fogos de
artifícios é tida como
uma das mais desenvolvidas do mundo.